sábado, 29 de janeiro de 2011

Com muita FÉ e muita FIRMEZA

Trutas do Firmeza, em Teresópolis
Foto: Sylvia Firmeza

Pedro e Sylvia Reis Firmeza são proprietários de imóvel rural em Teresópolis dede 1989, como também produtores rurais da região desde.1991 e mantém um entreposto especializado em manipulação de trutas desde.2002. São registrados e cadastrados na Secretaria de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro. Seu negócio inclui o fornecimento de filés de trutas para os melhores restaurantes e supermercados da região serrana e do Rio de Janeiro. Até pouco recebiam pessoas de várias partes do Brasil para conhecer um pouco de sua história e do ciclo da truta. Visitantes que relaxavam, degustavam deliciosos pastéis e pratos a base de trutas, aprendiam e se divertiam muito. Não apenas eram truticultores como eram parceiros certificados do Ministério de Turismo como integrantes do Tour da Experiência.
Foto: Sylvia Firmeza

Em 12/01 fizeram parte da catástrofe na serra, tendo a sorte de saírem vivos bem como toda sua equipe de trabalho. A truticultura no entanto, foi totalmente destruída. Para a safra de 2011 a previsão era de produzir 60.000 trutas, ou seja aproximadamente 20 toneladas. O entreposto de manipulação sofreu danos e ficou parado do dia 12/01 até 27/01, devido à falta de acesso da estrada, como também a falta de luz. Pedro e Sylvia acreditam que o turismo na região será prejudicado por um longo período, pois os atrativos TRUTAS e BELEZA NATURAL, irão demorar muito para se recompor.
Foto: Sylvia Firmeza

Neste momento passam por um período conturbado, pois tem compromisso no sustento de 12 empregados além da própria família, totalizando um quadro de 34 pessoas que dependem desta atividade. Corajosos, pretendem remontar o entreposto em outra área de Petrópolis, porém ainda não tem a previsão de quando esta mudança irá acontecer, pois será um investimento que terá que ser subsidiado pelo governo/bancos, uma vez que é fundamental a injeção de capital para recomeçar. Contam com o apoio do Ministério de Agricultura e Pesca para remontar o trutário, bem como do Ministério do Turismo para recompor o turismo na região serrana.




No momento o entreposto voltou a funcionar, já que eles recebem e manipulam trutas frescas vindas de vários truticultores das serras brasileiras, porém não com toda a capacidade.
          “Somos fortes, guerreiros e vamos em frente com muita FÉ e muita FIRMEZA”
Foto: Sylvia Firmeza



sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Trutas no mapa

Alguns dias atrás, quase coloquei meu cérebro em pane, tentando que ele fizesse a sinapse entre a catástrofe das chuvas na serra do RJ e a proximidade dos manaciais daquela região... Conhecí alumas truticulturas há muto tempo atrás, e tive a oportunidade de levar alunos para conhecer um pouco de piscicultura, um pouco de limnologia, e ainda um pouco da vida dos e produtores rurais em ambientes lindos, turísticos com águas limpas vindo das serras com mais de 1000 m...

Escreví para um órgão estadual e um federal, em busca de notícias sobre os efeitos destas chuvas sobre os truticultores da região Sudeste... Onde estariam estas truticulturas? Quantas seriam? Estariam próximas aos deslizamentos? Houve perdas, prejuízos? Ainda aguardo uma resposta, mas creio que esta dificilmente virá...


Assim, resolví puxar pela memória e fazer uma sinapse através da Google Maps, aliás uma sugestão dada por outro amigo deste blog... e assim criei o mapa Trutas em 2011, colocando alguns pontos de referência. Logo caí na tentação 'googliana' de buscar informação na Internet e usar o famoso motor de busca para encontrar 'trutas' RJ, MG, SP... por exemplo. Assim, importei diversos pontos georefernciados já disponíveis! Alguns são de restaurantes na serra, outros de pousadas com truticulturas, ou próximo a truticultores. Convidei alguns amigos para contribuir com mais infos, como 'colaboradores' deste mapa em ainda em construção... Uma solução quase 'Wiki'...! Vamos ver no que dá...!

Se alguém quizer contribuir com nomes e localidades de truticulturas, agradeço. Será bom ver onde estão.  Quem sabe o mapa poderá ser disponibilizado amplamente e ser útil para dinamizar o retorno do turismo 'trutícola' na região serrana!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Novas Imagens da Serra


É verdade, a Internet é vasta e toda poderosa, com milhares de arquivos disponíveis... No entanto, apenas hoje percebí um site com imagens satélite recentes da região afetada pelas chuvas deste começo de 2011. É o site da CNN que dá a notícia de mais de 820 mortes na região serrana fornece um link com a NASA e duas imagens disponibilizadas neste site.

Outro site interessante é o da Google, pilotado pelo O Globo, que está colocando informações diversas e imagens geolocalizadas. Mas será que temos fontes 'nacionais' de imagens orbitais, aéreas e outras que sirvam para análises espaciais? Quem souber, informe!


Uma sugestão interessante dada por um amigo do blog, é de aproveitar esta oportunidade para estudar sucessões ecológicas em situações de graves alterações do meio ambiente, como a ocorrida na região serrana... um trabalho chave pra entender isso está em Rapid responses to facilitate ecological discoveries from major disturbances de David B Lindenmayer1*, Gene E Likens2, and Jerry F Franklin3  da http://www.frontiersinecology.org/

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Depois da Chuva, a Arco-Iris…

Arco-íris em Foz de Iguaçú
 Bom, afinal, é A truta arco-íris não é?

As chuvas que afetaram a região serrana do RJ, afetaram gravemente todo o entorno dos principais rios da região… Uma região pioneira na criação da truta arco-íris importada há mais de 60 anos atrás, e que já faz parte do roteiro turístico de regiões acima de 700m entre Rio, SP e MG. Como a prioridade é buscar vítimas humanas, poucos devem ter atentado à quantidade de trutas arco-íris espalhadas pelos leitos secos e cheios de lamas serra abaixo….

As primeiras notícias enviadas pelo colega Wilson London da APA da Serrinha, que felizmente escapou deste triste evento, são de que 5 criadores em Itamonte (MG) sofreram pesadas perdas. Um criador de Teresópolis perdeu todos os seus tanques (e consequentemente a safra nele contida…). Mais cedo, procurei informações com o Ministério da Pesca e Aqüicultura - MPA. Aparentemente ainda estão contactando os criadores e escritórios regionais para obter o ‘saldo’ desta última estranha operação de São Pedro….ou resultado de uma ‘La Niña‘ mal resolvida, ou como quer Al Gore, aquecimento global desenfreado.

A importância dos truticultores neste cenário de mudanças climáticas e os sistemas de prevenção de desastres desta natureza é mais do que evidente… Fazendas aqüícolas, produtoras de trutas, integradas com os serviços de previsão meteorológica - munidas de pluviômetros e já dispondo de bons observadores da natureza! Claro, por força de sua atividade são parceiros ideais para apoiar a população urbana e suburbana da ‘periferia’ rural, podendo avisar com antecipação sobre condições for a do normal. Seria interessante saber deles, hoje, se com o que dispunham, puderam aquilatar o tamanho do desastre que se acometeu.

Trutas gostam de águas limpas, sem sedimentos em suspensão. A chuva altera isso. Traz água turva que atrapalha sua visão, diminuindo a visibilidade necessária para localizar sua alimentação. Diminui a possibilidade de saturação de oxigênio na água, essencial para sua respiração. Exige do ptodutor manejo de comportas, regulagem de nível de água em tanques e represas para evitar transbordamentos e perdas. Os truticultores certamente como outros produtores rurais, já estão todos já cadastrados no MPA e pelos serviços de extensão agropecuária e pesca de seus respectivos estados. Certamente já constam numa base de dados com as coordenadas GPS certamente todas ao longos das cabeceiras dos rios importantes de Nova Friburgo, Teresópolis, e Petrópolis. Quanto potencial estratégico desperdiçado! Mas não basta apenas organizar estes atores importantes, estrategicamente colocados – Há que oferecer treinamento no que for adicionalmente necessário e equipar adequadamente. Sobretudo é fundamental que as agências governamentais se integrem. Integrem seus bancos de dados, seus Sistemas de Informação Geográfica, ou seja suas informações e passem a processar as informações de maneira inteligente e retornando este processamento para o cidadão de modo a proteger patrimônio e a produção.

Novo Vale do Cuiabá

Foto: Paulo E. G. Pereira - Construções entre o leito do Rio Cuiabá e a estrada - Jan 201          

Paulo Estevão mora em Itaipava, não longe do epicentro do recente desastre ambiental ocorrido estes dias de janeiro se 2011 englobando de forma ainda não bem analisada, a cadeia serrana de Teresópolis, Nova Friburgo  e Petrópolis. Alguns números de hoje dia 20 de janeiro:

Saldo 765 mortos, 200 desaparecidos e 14.000 pessoas sem abrigo.

Foto: Paulo E.G. Pereira - Alto do Vale do Cuiabá, RJ
As imagens captadas por Paulo são bastante didáticas… Mostram prédios inteiros além de casas construídas abaixo do nível da estrada e certamente na área de variação de nível de água da calha do Rio Cuiabá e certamente dentro da APP. Em outras imagens vemos nítidamente que mesmo em áreas sem construção irregular na encosta, isto é, em encostas com cobertura vegetal e mesmo florestal, o volume de água que caiu, foi muito acima do que poderia ser suportado mesmo em condições preservadas… Daí o aparecimento de voçorocas novas, que levaram morro abaixo, árvores inteiras e centenas de toneladas de sedimentos, que hoje estão no leito dos rios, que forçosamente com sua nova configuração, estão mais rasos e terão menor capacidade de suportar o volume da época das chuvas. Precisa explicar mais?
 
Foto: Paulo E.G. Pereira -Leito novo dentro do antigo Rio Cuiabá   


Paulo passou o dia de ontem no ICMBIO discutindo com diversos atores a natureza e extensão dos eventos. Conclusão: Choveu mais de 200mm. em apenas seis horas, os terrenos já estavam encharcados e começaram os descolamentos (rocha e capa de mata em estagio médio), efeito avalanche (no ponto final do Cuiabá em direção a divisa com Teresópolis que tem 400 m de aclive em apenas 4 km) levando tudo abaixo principalmente pau, pedra e lama. O resultado arrasou o vale levando tudo, e o rio Cuiabá originalmente com calha de 3m, foi pra 20m.

Acreditamos que com este evento, tenha acabado o mito do Patropi - abençoado por Deus e bonito por natureza... com …em fevereiro tem é lamaçal..! E todo mundo pagando IPTU !

Foto: Paulo E.G. Pereira - Heróis
As histórias dos hérois como os dois da imagem certamente emergirão… mas serão ofuscados por novos eventos dramáticos que passamos a cada dia, muitos deles ocasionados pela Natureza em fúria, como no casos de tsunamis e terremotos… A lição a aprender? Sim, temos Carnaval, e lamaçal também…, mas o nosso lote prejuízos por conta de desastres naturais de relativamente menor escala do que os que acontecem no Haiti, Austrália, Indonésia, EUA etc…. fica por conta da falta de previsão, planejamento e respeito à lei.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

CHUVAS EM TERESÓPOLIS




As imagens acima, são de Santa Catarina. Em 2008, um fenômeno semelhante ao que presenciamos nos últimos dias na região serrana do Rio de Janeiro, ocorreu em uma região rural afetando a população e ocasionando todo tipo de perdas. Sabemos que isto acontece, e que irá acontecer de novo, e há quem diga que só não sabemos onde (?) e quando (?). Com o conhecimento que temos hoje é difícil concordar com isto. Não se trata de falta de informação, tecnologia ou investimento em infraestrutura, mas de decisão.

Estas imagens são de uma foto encontrada por bombeiros e voluntários que trabalhavam nos escombros de uma propriedade completamente destruída na região do Morro do Baú em 2008. Nela é possível perceber que aquela propriedade já havia sofrido uma inundação anteriormente. Este fato, por si só, já gera conhecimento suficiente sobre a vulnerabilidade existente naquele local. Da mesma forma não faltam relatos históricos e estudos sobre áreas vulneráveis a diversos fenômenos climáticos, mas a decisão acerca da sua ocupação existe. Então, por que as pessoas estão lá?

Para maiores informações sobre mapeamento de vulnerabilidade, acesse aqui

Em relação ao tempo, hoje é possível prever alguns fenômenos em tempo hábil para minimizar as perdas humanas. Exemplos existem e mais uma vez o que nos falta é decisão.

Na Europa: (http://www.meteoalarm.eu/ e http://floods.jrc.ec.europa.eu/flood-risk.html")
No Brasil: (Santa Catarina e Rio de Janeiro)

Esta “decisão”, que vem sendo anunciada pela mídia como responsabilidade de governo, deve ser distribuída por toda a sociedade. Se estas áreas são ocupadas por pessoas de baixa renda e baixa escolaridade, assim o são por desconhecimento ou impossibilidade financeira. Estas pessoas decidiram ocupar estas áreas para manterem-se próximas ao lugar que melhor lhes provêm sustento. E em muitos casos estas decisões são “direcionadas” por sistemas sociais, econômicos e políticos com interesse próprio. Por outro lado, se as áreas vulneráveis são ocupadas por pessoas influentes, informadas e ricas, como o caso do Vale do Cuiabá, o poder econômico é que impera. A decisão aí já é por prazer, status, descanso ou mesmo para usufruir dos bens proporcionados pelo capital. Neste caso são decisões particulares e conscientes.

As leis ditas “ambientais” não são criadas para atrapalhar o “desenvolvimento”, mas para tentar organizar um processo de apropriação da Natureza que nos permita manter o status quo incentivado pelo conceito de “qualidade de vida” capitalista. Elas são para todos, mas não são cumpridas por decisão.

Decidir por fazer obras de contenção de encostas é decidir por permanecer em áreas de risco. Decidir por não informar a população sobre os riscos de ocupar uma determinada região é decidir por condená-la. Decidir por morar em uma encosta, beira de rio ou de praia, consciente dos riscos, é assumi-los e não ter o direito de reclamar de prejuízos que venham a ocorrer. Decidir por investir grande volume de recursos em sistemas, instituições e infra-estrutura sem investir na capacidade de decisão é continuar fazendo mais do mesmo.

Mas para que as decisões dêm resultado, é preciso credibilidade. Um exemplo extremamente positivo, de baixo custo e independente de alta tecnologia ocorreu em Areal, onde o prefeito, através de um carro de som, solicitou à população que deixasse das áreas de risco (Leia mais aqui). A credibilidade depende da participação ativa da população no processo de tomada de decisão. Para isso é necessário criar uma cultura de atendimento às normas legais e aos avisos e alertas sobre tais fenômenos, que só é possível através da educação.

Com educação é possível, ainda, partilhar as responsabilidades sobre a ocupação das áreas de risco. Comunidades com baixo nível educacional que ocupam estas áreas, são responsabilidade do governo, agora pessoas instruídas, também devem ser responsabilizadas.

O Brasil hoje conta com pessoas e tecnologia de ponta para lidar com estas catástrofes, o que nos falta é decidirmos se iremos colocar isto em prática ou não.

O evento ocorrido em 2008 em Santa Catarina foi amplamente noticiado na imprensa, instantaneamente, como ocorre hoje com Teresópolis, Itaipava e Nova Friburgo. A população se mobilizou, rapidamente correntes solidárias se formaram, doações materiais e em dinheiro chegaram e parte dos prejuízos materiais foi abrandado por esta corrente. Assim é, o Brasileiro é sensível ao sofrimento alheio, e pronto a colaborar e ajudar com sua generosidade.

As chuvas de novembro de 2008 causaram inúmeras perdas ao Estado. Perdas estas de grande contingente humano que trouxeram dor e sofrimento, principalmente para os habitantes do Vale do Rio Itajaí. Foram grandes também as perdas materiais, tanto de bens privados como do patrimônio público. As regiões mais afetadas por enchentes e deslizamentos foram os municípios de Ilhota, Luiz Alves e Gaspar. Trata-se de uma área estritamente rural até certo ponto semelhante à área fluminense afetada onde se concentram muitos produtores rurais.

Diante deste quadro (2008), a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – Epagri prontificou-se a auxiliar o poder público no que fosse necessário para o atendimento aos desabrigados. Assim a Epagri organizou uma força-tarefa que imediatamente se fez presente naquela região e disponibilizou corpo técnico e todo o seu potencial de geração de informações. Através do Centro de Informações Ambientais e de Hidrometeorologia – Ciram, foram mobilizados técnicos das áreas de meteorologia, hidrologia, solos e geoprocessamento, e toda a base de dados hidrometeorológicos

Este foi um belo exemplo do que poderia ser feito em todas regiões sabidamente em zonas de risco ambiental. Pergunta-se porque demora tanto para se aprender com as lições do passado e a negar a realidade. Por conta de sua geografia espetacular e tão particular, a cidade do Rio de Janeiro - bem como a região serrana, é vítima constante dos efeitos de chuvas-relâmpago as vezes torrenciais que causam enchentes, deslizamentos e tanto prejuízo material e perdas humanas.

Logo após o evento em Santa Catarina, o governo do estado criou um grupo técnico científico para avaliar o ocorrido e propor medidas preventivas e de emergência. Mas apesar disso, até hoje faltam decisões. E o mesmo pode acontecer com o Rio de Janeiro.

Aparentemente, a Defesa Civil estadual, não está preparada o suficiente para alertar os 92 municípios fluminenses e os órgãos municipais de defesa civil de modo a ativarem seus planos de contingências em tempo. Uma ‘explicação’ dada pelo governo é que a resolução dos dados meteorológicos espaciais não é suficiente, para prever com precisão as áreas onde as piores condições meteorológicas ocorrerão. Mas isso é só uma pequena parcela do que deve ser feito.

Com a falta de comunicação ágil e eficiente necessária entre os diferentes órgãos e níveis de administração e a população em cheque, uma sugestão útil a se considerar é aquela oferecida pelo prof. Ernani Nascimento que sugere que ‘alguns moradores tenham treinamento e equipamento necessário’ como pluviômetros para acompanhar a situação e soar o alerta para a população local. Além de compartilhar as decisões e responsabilidades com toda a sociedade.

Philip Scott e Luiz Vianna

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Estaca Zero

Como na topografia, este post é a estaca zero de uma caminhada, que visa cobrir um terreno ainda sendo mensurado, mal conhecido, onde falaremos sobre as possibilidades, a realidade, as dificuldades e os caminhos e soluções encontradas ao longo deste percurso. Pretende ser um local de encontro de profissionais e amigos, formadores de opinião, de gente desbravadora. O tema do blog é vasto como o Espaço!

Mas, em nossos tempos, o espaço permanece limitado, assim como a Terra e seus recursos. Mesmo a Água doce e do mar, enfim todo nosso habitat, a cada dia mais esculpido pelo Homem. O Espaço que pretendemos conhecer e dominar cada dia mais - hoje em dia num passo acelerado e apoiado nas novas tecnologias, sempre que possível deve ser feito com base no uso da inteligência para um Futuro melhor. O que podemos observar? onde? quando?

Nossos colaboradores estão convidados a compartilhar suas observações e críticas…